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A Câmara Municipal de Jaguarari decidiu na tarde desta quinta-feira (30) abrir investigação contra o prefeito Everton Carvalho Rocha (PSDB), acusado de ter cometido infração político-administrativa. De acordo com a denúncia protocolada, o prefeito em tela pagou, no mês de agosto, através do contrato 1036/2017 firmado com a empresa RGB transportes e locações, o valor de R$ 3.800,00, a EVERALDO DOS SANTOS ROCHA pela locação de uma DOBLÔ, placa DQN 2870, quando na verdade este veículo nunca prestou serviço no município e sim uma MONTANA de placa NYZ 2906 que iniciou as atividades em Jaguarari no mês de julho, porém a formalização do contrato, no valor de R$ 2.000,00 veio a acontecer somente  em 21/08/2017, o que configura, segundo o denunciante, tentativa de camuflar o crime. A denúncia afirma, ainda, que embora o contrato da MONTANA não estivesse formalizado com o município, o seu proprietário recebeu o valor de R$ 1.700,00, no dia 24/07/2017 através de uma transferência online via conta de pessoa física da Srª LÍBIA ROCHA, supostamente esposa do Sr “LUCAS” que trabalha como “voluntário” no município.
O Sr. “Lucas”, segundo a primeira dama, a Sra. EDINÉLIA ROCHA, ocupa a função de “controlador de contratos e gastos”, conforme print de uma conversa no whatsapp, mas estranhamente o nome do citado funcionário não aparece no TCM.

Após lida a denúncia, o presidente da Casa a colocou em votação nominal e aberta para que os edis decidissem pelo recebimento ou não. Votaram SIM, pelo recebimento da denúncia pela Câmara: Franco Melo (PDT), Dourival Borges (PSDB), Zé Galego (SD), Budé(PDT), Josimar Zuza (PP), Marcos Quito (PV), Márcio Gomes (PSDB), Paulinho Morgado (PV), Regis do Joel (PSDB), Val (PT), William Rogers (PSDB). Votou NÃO à denúncia: Louri da Barrinha (PDT). Se absteve de votar: Nenem do Catuni(PSD).

Apesar da expectativa da população pelo afastamento imediato do prefeito Everton Rocha (PSDB), a Câmara seguiu rigorosamente o rito processual e sorteou os vereadores Josimar Zuza (presidente), Franco Melo (relator) e Nenem do Catuni (membro) para compor a Comissão Parlamentar Processante – CPP, que conduzirá o processo, com poderes, inclusive, de solicitar através de votação, pelo afastamento do alcaide durante as investigações. O prazo para a CPP finalizar todo o processo é de até 90 dias.

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