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Bahia atinge 2.564 casos confirmados do novo coronavírus, com 10 óbitos nas últimas 24 horas

Valtenei Santos
28 de abril de 2020
A Bahia tem no momento 2.564 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19), o que representa 22,03% do total de casos notificados no Estado. Considerando o número de 522 pacientes recuperados e 93 óbitos (10 deles nas últimas 24 horas), 1.949 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.
​Os casos confirmados ocorreram em 130 municípios do estado, com maior proporção em Salvador (61,57%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 1.000.000 habitantes foram Ilhéus (1188,96), Uruçuca (1023,44), Coaraci (765,02), Itabuna (745,70) e Gongogi (561,17).​
​No momento, 275 pacientes confirmados para Covid-19 em toda a Bahia encontram-se internados, sendo 89 em UTI. O boletim epidemiológico registra 5.360 casos descartados e 11.638 notificações em todo o Estado. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (CIEVs-BA), em conjunto com os CIEVs municipais.​
Óbitos​
​A Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) contabiliza 93 mortes pelo coronavírus nos seguintes municípios: Adustina (1); Água Fria (1); Araci (1); Belmonte (1); Camaçari (1); Capim Grosso (1), Catu (1), sendo que a paciente foi contaminada na capital baiana; Feira de Santana (1); Gongogi (2); Ilhéus (4); Ipiaú (1); Itabuna (3); Itagibá (1); Itapé (1); Itapetinga (2); Juazeiro (1); Lauro de Freitas (5), um dos óbitos era residente no Rio de Janeiro; Nilo Peçanha (1); Salvador (56); Uruçuca (4); Utinga (1); Vitória da Conquista (3). Estes números contabilizam todos os registros de janeiro até às 17h desta terça-feira (28).​
No momento, 59,13% dos casos confirmados são do sexo feminino. A faixa etária mais acometida pela Covid-19 foi a de 30 a 39 anos, representando 28,28% do total. O coeficiente de incidência por 1.000.000 habitantes foi maior na faixa etária de 80 anos ou mais (429,81/1.000.000 habitantes), indicando que o risco de adoecer foi maior nesta faixa, seguida de 30 a 39 anos (316,03/1.000.000 habitantes).​
​A Sesab ressalta que os números são dinâmicos e, na medida em que as investigações clínicas e epidemiológicas avançam, os casos são reavaliados, sendo passíveis de reenquadramento na sua classificação. Outras informações podem ser acessadas no site da Secretaria.​