Jaguarari Noticias quinta-feira, novembro 03, 2016
O governador Rui Costa falou sobre as notícias que o colocam fora do PT em 2017 – de acordo com o jornal Estado de São Paulo, Rui se encontrará com o presidente do PDT, Carlos Lupi, para conversar sobre uma possível migração de legenda. A jornalistas nesta quinta (03), Rui descartou deixar o PT e disse que “nesse momento” não está cogitando a hipótese.

“Nesse momento de inquietação… Querem imaginar como será o futuro, mas o futuro tem mudado muito rapidamente no Brasil. A questão que eu discuto não é mudança de legenda partidária. Não é o essencial. Eu penso no que é essencial na vida dos baianos, na vida das pessoas. […] Não farei agora, isso não é agenda pra mim nesse momento, está fora de qualquer cogitação”, disse.

Ele ainda afirmou que se sente confortável ao ser convidado para outros partidos políticos.

“É tão bom ser assediado, eu gosto de receber carinho, assédio. Eu gosto que as pessoas me abracem. Tem gente que entrou na política por conta de patrimônio. Eu sairei da política do mesmo jeito que entrei. O que eu sairei diferente é o carinho. O que me move na política é a minha origem e o quanto eu me sinto orgulhoso por ajudar às pessoas. Me sinto orgulhoso por ser convidado por partidos. O pior é quando ninguém lhe convida para nada, nem para sepultamento”, falou.

“Eu diria que na Bahia, não falo só o PT, eu represento uma frente de partidos que governam a Bahia. Essa frente ganhou 284 cidades de nosso estado, a esmagadora maioria. Nós vamos trabalhar independente de quem seja o partido da prefeita e do prefeito”, falou, anunciando também mudanças em seu secretariado, incluindo a chegada de Jaques Wagner ao CAB: “Estou definindo com ele, devo fazer algumas mudanças agora no governo. Dentre essas mudanças estará o ex-ministro Jaques Wagner no governo. Estamos definindo essas mudanças e eu anuncio em breve, incluindo a essa área que ele vai participar”.

O petista defendeu a criação de uma “agenda positiva” nacional para afastar a expectativa de crise no país a fim de que os investimentos voltem a acontecer, contribuindo para a geração de empregos.

“Fiz reunião com alguns governadores e tiramos como conclusão a busca de senadores e presidentes de partidos que queiram construir uma agenda para o Brasil. Notícia ruim atrai mais notícia ruim. Precisamos criar notícias boas para atrair investidores para o Brasil. Precisamos construir essa agenda porque é preciso gerar emprego nesse país, cuidar das pessoas. Na economia tem uma lei básica que diz que o que gera envolvimento é otimismo. O povo gosta de expectativa otimista. Nenhum empresário irá investir no Brasil se o cenário e a expectativa para um futuro próximo for mudado. O Brasil não vai crescer a partir de uma agenda negativa”, afirmou.

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